O Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo e o Sindicato de Atletas do Rio de Janeiro fecharam um torneio amistoso que será realizado sempre após o fim do Brasileirão, até 2014. E a primeira edição será este ano, mais precisamente, nesta quinta-feira, às 21h no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul
Batizada de Copa Inovação de Futebol Profissional da Série A-1, o torneio terá como objetivo testar as novas tecnologias no futebol, como a criação do cartão azul, que suspende o atleta por dez minutos, e a parada técnica para instruções, com duração de dois minutos em cada período. Além disso, será testado um programa "tira-teima" no qual o quarto árbitro poderá utilizar uma vez por tempo em algum lance polêmico. O projeto é coordenado pelo árbitro Sálvio Espínola Fagundes Filho.
Ao término de cada edição, um relatório será enviado à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e à Fifa. Para acompanhar o jogo, o torcedor terá de trocar o ingresso por um quilo de alimento não perecível ou por um brinquedo. Toda a arrecadação será destinada às crianças carentes.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Inter toma revés da FIFA
Horas antes de embarcar para Abu Dhabi, o Internacional recebeu uma notícia que pegou toda a delegação de surpresa. A Fifa indeferiu a inscrição do zagueiro Rodrigo, contratado para a disputa do Mundial Interclubes. Segundo a entidade máxima do futebol, a contratação do beque foi realizada fora da janela de transferências europeia, o que inviabiliza sua inscrição.
Agora, o Colorado aguarda uma autorização da Fifa para inscrever o uruguaio Sorondo no lugar de Rodrigo. O curioso é que a negociação para a aquisição do zagueiro foi muito conturbada. Contratado em outubro, Rodrigo ainda não estreou pelo Inter, pois as inscrições para o Brasileirão já haviam encerrado.
Agora, o Colorado aguarda uma autorização da Fifa para inscrever o uruguaio Sorondo no lugar de Rodrigo. O curioso é que a negociação para a aquisição do zagueiro foi muito conturbada. Contratado em outubro, Rodrigo ainda não estreou pelo Inter, pois as inscrições para o Brasileirão já haviam encerrado.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Hornish perde vaga na Sprint Cup
O piloto americano Sam Hornish Jr dificilmente contiuará como piloto da principal divisão da Nascar. A falta de bons resultados nas três temporadas anteriores é o que dificulta a negociação de um novo contrato de patrocínio. Hornish era apoiado pela Mobil 1, contudo, a empresa anunciou que em 2011 apoiará o piloto Tony Stewart.
Campeão da IRL e das 500 milhas de Indianápolis em 2006, Sam chegou à Nascar em 2007 e no ano seguinte correu a temporada completa pela equipe Penske. Em três anos no time de Roger Penske, não conseguiu mostrar que poderia ser competitivo da mesma forma que era na Indy: não venceu nenhuma corrida. Neste ano, o melhor resultado de Hornish foi um décimo lugar, em New Hampshire.
Provavelmente ele irá correr na Nationwide Series, divisão de acesso da Nascar, na própria equipe Penske.
Campeão da IRL e das 500 milhas de Indianápolis em 2006, Sam chegou à Nascar em 2007 e no ano seguinte correu a temporada completa pela equipe Penske. Em três anos no time de Roger Penske, não conseguiu mostrar que poderia ser competitivo da mesma forma que era na Indy: não venceu nenhuma corrida. Neste ano, o melhor resultado de Hornish foi um décimo lugar, em New Hampshire.
Provavelmente ele irá correr na Nationwide Series, divisão de acesso da Nascar, na própria equipe Penske.
| Vencedor das 500 milhas em 2006.... |
| ....Hornish não se deu bem na NASCAR |
Em busca de novos mercados
A FIFA anunciou nesta quinta-feira as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. Rússia e Qatar, respectivamente, foram os países escolhidos para receber o mundial. Minha opinião era de que seriam escolhidos Inglaterra e Austrália, afinal a entidade máxima do futebol teve muita dor de cabeça em realizar uma Copa na África e nem preciso falar da Copa aqui no Brasil, que por enquanto não saiu do papel. Por isso, Inglaterra seria menos preocupante e a Austrália pelo fato do ineditismo.
Porém, a impressão que ficou é de que a dona FIFA quer, na verdade, expandir seus mercados, conseguindo assim, mais lucro. Levar o maior evento esportivo do planeta para a Rússia e para o Qatar é reforçar o convite aos investidores daqueles locais, que se desenvolvem numa velocidade assustadora. Blatter está fazendo hoje, o mesmo que fez na década passada, quando levou a Copa para os EUA e, em 2002, desembarcou na Coreia e no Japão atrás de novos mercados para o futebol. Sem contar que ninguém é doido de levar uma competição do porte da Copa do Mundo para países que atravessam um momento de turbulência financeira (Espanha e Portugal)
E esse espírito de levar competições a lugares "não-comuns" não é praticado apenas pelo futebol. Basta ver o que a Fórmula 1 tem feito nos últimos anos; começou em 2001 com a Malásia, depios foi para o Oriente Médio, depois chegou à China, Coreia do Sul e em 2011 chegará na Rússia. Os times da NBA, durante a pré-temporada, fazem excursões pelo Oriente Médio e até alguns times da Europa também dão uma passada pelos Emirados.
Porém, a impressão que ficou é de que a dona FIFA quer, na verdade, expandir seus mercados, conseguindo assim, mais lucro. Levar o maior evento esportivo do planeta para a Rússia e para o Qatar é reforçar o convite aos investidores daqueles locais, que se desenvolvem numa velocidade assustadora. Blatter está fazendo hoje, o mesmo que fez na década passada, quando levou a Copa para os EUA e, em 2002, desembarcou na Coreia e no Japão atrás de novos mercados para o futebol. Sem contar que ninguém é doido de levar uma competição do porte da Copa do Mundo para países que atravessam um momento de turbulência financeira (Espanha e Portugal)
E esse espírito de levar competições a lugares "não-comuns" não é praticado apenas pelo futebol. Basta ver o que a Fórmula 1 tem feito nos últimos anos; começou em 2001 com a Malásia, depios foi para o Oriente Médio, depois chegou à China, Coreia do Sul e em 2011 chegará na Rússia. Os times da NBA, durante a pré-temporada, fazem excursões pelo Oriente Médio e até alguns times da Europa também dão uma passada pelos Emirados.
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