O Brasil conseguiu um ótimo resultado na penúltima etapa do Rally Dakar, neste sábado (14). Pilotando um caminhão Tatra, André Azevedo foi o segundo colocado na 13ª especial da competição, que ligou as cidades de Nasca e Pisco, no Peru. Azevedo percorreu os 275 km da etapa em 3h53min41s, pouco mais de 20 minutos atrás do vencedor, o russo Andrey Karginov.
A segunda posição de Azevedo foi o melhor resultado de um piloto brasileiro na edição 2012 do Dakar. "Conseguir este resultado num momento especial de minha carreira é emocionante”, afirmou. André forma equipe com o navegador brasileiro Maykel Justo, e com o mecânico auxiliar Jaromir Martinec, da República Tcheca. O desempenho do piloto nacional foi tão bom, que ele conseguiu bater dois "brutos" da Iveco, montadora que domina a competição, neste ano.
O líder, na classificação geral, é o holandês Gerard de Rooy (Iveco), que cruzou na sétima posição ao final da 13ª etapa, e praticamente garantiu o título conservando o caminhão e se livrando de acidentes. Ele tem 53 minutos de vantagem para o seu compatriota Hans Stacey. Para de Rooy abraçar o caneco basta completar o último estágio do Dakar, de apenas 29 km, neste domingo. Já Azevedo ocupa a oitava posição no geral
sábado, 14 de janeiro de 2012
Giba deixará a seleção após os Jogos Olímpicos
Giba, um dos pilares da geração vitoriosa da seleção masculina de vôlei, anunciou que vai deixar o time comandado por Bernardinho após as Olimpíadas de Londres, que ocorrem entre julho e agosto deste ano. Campeão Olímpico em 2004, em Atenas, e vice em 2008, em Pequim, o capitão espera encerrar seu ciclo deixando a equipe novamente no lugar mais alto do pódio.
Quanto ao processo de renovação do time, Giba se mostra tranquilo e garante que o país tem totais condições de brigar por títulos e fazer grandes campanhas nos torneios que disputa, nos próximos anos. “A renovação é uma preocupação grande da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). Mas temos peças que estão por vir para continuar essa hegemonia”, afirma o camisa 7.
Giba acredita que o Brasil deve seguir o modelo norte-americano de formação de atletas de alto nível. "Temos que tomar o exemplo dos Estados Unidos, que é uma potência. Jogadores profissionais saem do college", afirma o jogador.
| Fim da linha: Giba deixará a seleção depois de Londres-2012 |
Giba acredita que o Brasil deve seguir o modelo norte-americano de formação de atletas de alto nível. "Temos que tomar o exemplo dos Estados Unidos, que é uma potência. Jogadores profissionais saem do college", afirma o jogador.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Krzyzewski faz lista preliminar para os Jogos Olímpicos
O jornalista norte-americano Chris Sheridam divulgou em seu blog, na última terça-feira, a lista preliminar feita pelo técnico da seleção norte-americana de basquete masculino, Mike Krzyzewski, para os Jogos Olímpicos deste ano, que serão disputados em Londres. Veja os nomes:
Armadores: Chauncey Billups (Los Angeles Clippers), Chris Paul (Los Angeles Clippers), Derrick Rose (Chicago Bulls), Deron Williams (New Jersy Nets) e Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder)
Alas: Carmelo Anthony (New York Knicks), Kobe Bryant (Los Angeles Lakers), Kevin Durant (Oklahoma City Thunder), Eric Gordon (Los Angeles Clippers), Andre Iguodala (Philadelphia 76ers), LeBron James (Miami Heat) e Dwyane Wade (Miami Heat).
Pivôs: LaMarcus Aldridge (Portland Trail Blazzers), Chris Bosh (Miami Heat), Tyson Chandler (Dallas Mavericks), Blake Griffin (Los Angeles Clippers), Dwight Howard (Orlando Magic), Kevin Love (Minnesota Timberwolves) e Lamar Odom (Dallas Mavericks).
Certamente, Krzyzewski terá uma bela dor de cabeça, afinal nove jogadores deverão ser cortados da lista. E dor de cabeça maior terão as demais seleções, porque encarar os EUA, mesmo jogando com um time universitário não é coisa fácil.
Armadores: Chauncey Billups (Los Angeles Clippers), Chris Paul (Los Angeles Clippers), Derrick Rose (Chicago Bulls), Deron Williams (New Jersy Nets) e Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder)
Alas: Carmelo Anthony (New York Knicks), Kobe Bryant (Los Angeles Lakers), Kevin Durant (Oklahoma City Thunder), Eric Gordon (Los Angeles Clippers), Andre Iguodala (Philadelphia 76ers), LeBron James (Miami Heat) e Dwyane Wade (Miami Heat).
Pivôs: LaMarcus Aldridge (Portland Trail Blazzers), Chris Bosh (Miami Heat), Tyson Chandler (Dallas Mavericks), Blake Griffin (Los Angeles Clippers), Dwight Howard (Orlando Magic), Kevin Love (Minnesota Timberwolves) e Lamar Odom (Dallas Mavericks).
Certamente, Krzyzewski terá uma bela dor de cabeça, afinal nove jogadores deverão ser cortados da lista. E dor de cabeça maior terão as demais seleções, porque encarar os EUA, mesmo jogando com um time universitário não é coisa fácil.
BHR anuncia contratação de Alex Tagliani
A equipe Bryan Herta Racing (BHR) anunciou nesta semana a contratação do canadense Alex Tagliani (39). O piloto - que foi pole-position das 500 milhas de Indianápolis, em 2011 - foi o escolhido por Herta para dar sequência ao processo de expansão do time, que neste ano correrá todas as etapas da Fórmula Indy.
Bryan Herta é ex-piloto da categoria e, numa parceira com a equipe CURB, venceu a edição de 2011 da Indy 500 em um final épico, quando JR Hildebrand bateu na última curva e a vitória caiu no colo de seu piloto, o inglês Dan Wheldon. Herta se mostrou satisfeito com a presença do veterano canadense na equipe: "Ele traz um uma boa experiência e entusiasmo ao programa, e está em uma forma perfeita para nós", afirmou.
Tagliani também foi só elogios ao novo patrão: "Estou honrado de ser parte do programa que ele está construindo para 2012", garantiu. Neste ano, a BHR vai correr com motores fornecidos pela Lotus, por isso a pintura do bólido será verde e dourada, cores usadas pela mesma nos anos 70 e 80, na Fórmula 1. "Também é uma honra para mim representar a marca Lotus como parceira de fábrica. A Lotus tem muita história no mundo do automobilismo", completou Tagliani
Bryan Herta é ex-piloto da categoria e, numa parceira com a equipe CURB, venceu a edição de 2011 da Indy 500 em um final épico, quando JR Hildebrand bateu na última curva e a vitória caiu no colo de seu piloto, o inglês Dan Wheldon. Herta se mostrou satisfeito com a presença do veterano canadense na equipe: "Ele traz um uma boa experiência e entusiasmo ao programa, e está em uma forma perfeita para nós", afirmou.
| Ano novo, equipe nova: Tagliani aceita desafio e vai para a BHR |
Al-Attiyah chuta o balde e critica Hummer e Gordon
Campeão do Rally Dakar em 2011, o piloto do Catar, Nasser Al-Attiyah, viu as chances de faturar novamente o rally irem por água abaixo, na última terça-feira (10). O piloto teve novos problemas mecânicos em seu carro - um Hummer H3 - na etapa entre Antofagasta e Iquique, no Chile, e decidiu abandonar a competição, mesmo vencendo duas etapas, na semana passada. Após confirmar o abandono, o catariano não poupou críticas ao carro e a equipe Speed, liderada pelo norte-americano Robby Gordon.
"Nunca mais correrei com Gordon e com um Hummer. A equipe é muito imatura", afirmou o campeão de 2011 à revista argentina "Corsa". O curioso é que Al-Attiyah acertou com a Speed dias antes do Dakar começar. Segundo a publicação, o catariano teria pago US$ 500 mil a Gordon para ficar com o segundo Hummer - o primeiro é justamente do norte-americano.
O chefe da Speed rebateu: "A culpa não é do Hummer, mas sim de Al-Attiyah por pisar fundo demais no acelerador.” Para provar a confiabilidade do carro, Robby deu como exemplo a vitória obtida por ele na nona etapa especial, a mais longa da competição. Até 2011, Nasser Al-Attiyah era piloto oficial da Volkswagen, marca que ganhou as três últimas edições do Dakar, mas que não participa neste ano.
"Nunca mais correrei com Gordon e com um Hummer. A equipe é muito imatura", afirmou o campeão de 2011 à revista argentina "Corsa". O curioso é que Al-Attiyah acertou com a Speed dias antes do Dakar começar. Segundo a publicação, o catariano teria pago US$ 500 mil a Gordon para ficar com o segundo Hummer - o primeiro é justamente do norte-americano.
O chefe da Speed rebateu: "A culpa não é do Hummer, mas sim de Al-Attiyah por pisar fundo demais no acelerador.” Para provar a confiabilidade do carro, Robby deu como exemplo a vitória obtida por ele na nona etapa especial, a mais longa da competição. Até 2011, Nasser Al-Attiyah era piloto oficial da Volkswagen, marca que ganhou as três últimas edições do Dakar, mas que não participa neste ano.
| Após abandonar o Dakar, Al-Attiyah critica equipe: "Muito imatura" |
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